A JB assume o PMOC com engenheiro responsável e ART — e tira o risco de responsabilização das suas costas.
PMOC não é limpeza. É conformidade de engenharia — com base na lei.
Não é a administradora, não é o zelador, não é "o rapaz que limpa o ar". Três pontos cegos que viram problema na hora errada:
Você assina pela gestão. Sem PMOC com responsável técnico, é o seu nome que aparece numa notificação da Vigilância Sanitária — não o da empresa que faz a limpeza.
Higienizar o aparelho é parte do serviço, não o plano. Sem cadastro técnico, laudo de qualidade do ar e ART de um engenheiro, a conformidade legal simplesmente não existe.
Quando pedem o PMOC e o laudo, "está tudo certo" não basta. Sem relatório documentado e 12 meses de registro, você fica sem o que apresentar — para os condôminos e para o órgão.
O ar continua circulando o ano inteiro nas áreas comuns. Sem manutenção documentada, o que se acumula não é só sujeira no equipamento — é exposição legal acumulada no nome de quem assina pelo condomínio. A conta não chega de uma vez: chega numa vistoria, numa reclamação de morador ou na próxima assembleia de prestação de contas.
Tom de responsabilidade técnica, não de alarme: a JB não vende medo de multa. Vende conformidade documentada e tranquilidade de gestão.
O método C.L.A.R.O. transforma uma obrigação legal confusa em um processo documentado — do cadastro técnico ao relatório que você leva pronto para a assembleia.
Levantamento dos equipamentos e cálculo da carga térmica (BTU) que define a obrigatoriedade real.
Laudo de Qualidade do Ar Interior conforme a NBR 17037 — a norma vigente.
Anotação de Responsabilidade Técnica do engenheiro — a assinatura que blinda o síndico.
Manutenção preventiva documentada, com 12 meses de registro prontos para a fiscalização.
Relatório digital que o síndico e a administradora acompanham — pronto para a assembleia.
"Quando a administradora pediu o PMOC para a assembleia, eu tinha tudo digital, pronto para apresentar. Não precisei correr atrás de nada."
"Padronizamos o PMOC de toda a carteira com um fornecedor de engenharia só. Cada condomínio com a mesma documentação. Reduziu retrabalho e exposição."
"Marcaram o diagnóstico rápido, calcularam a carga de BTU e mostraram exatamente o que era obrigatório. Sem empurrar serviço que eu não precisava."
Depoimentos representativos do atendimento JB. Casos nominais e autorizações de uso em coleta — substituir por cases reais antes da veiculação paga.
Sem "sob consulta". O valor do contrato é dimensionado pela carga de BTU e pelo número de equipamentos — calculados no diagnóstico. Três formas de começar:
1 parceria com administradora padroniza a carteira inteira. Comece por um condomínio e expanda.
Você recebe a documentação exigida pela Vigilância Sanitária e o material pronto para a assembleia. Se o órgão pedir, está tudo na mão — laudo, ART e registro. É o que a engenharia assina que blinda o síndico.
Sem compromisso. A JB calcula a carga de BTU, aponta o que é obrigatório e entrega uma proposta com escopo e preço fechados. Você decide com clareza — não no escuro.
P.S. — Conformidade é com engenharia, não com improviso. O melhor momento para documentar o PMOC do seu condomínio é antes de alguém pedir para ver.